Podcast – Como ajustar os parâmetros de moldagem por injeção para reduzir as taxas de defeito?

Técnico ajustando as configurações da máquina de moldagem por injeção
Como ajustar os parâmetros de moldagem por injeção para reduzir as taxas de defeito?
11 de novembro - MoldAll - Explore tutoriais de especialistas, estudos de caso e guias sobre projeto de moldes e moldagem por injeção. Aprenda habilidades práticas para aprimorar seu trabalho na MoldAll.

Muito bem, vamos lá. Vamos mergulhar nisso. Moldagem por injeção. É assim que fabricamos, tipo, o quê, 90% das coisas que usamos todos os dias?
É verdade. Sim. Tantos objetos do dia a dia, tipo, eu...
Olhando em volta, para o meu teclado, minha garrafa de água, a capa do seu celular. É, mas não estamos falando só do básico de como funciona, né? Estamos indo mais a fundo.
Sim, estamos. Trata-se de ajustes finos.
Pequenos ajustes, o que diferencia um produto perfeito de um...
Decorrente de um fracasso.
Yeah, yeah.
A diferença entre uma capinha de celular lisa e uma que tem todas aquelas amassaduras estranhas. É.
Imperfeições.
Exatamente.
Então vamos começar com a temperatura.
OK.
É mais do que simplesmente derreter o plástico.
É verdade. Trata-se de controlar a temperatura, encontrar o ponto ideal. Porque quente demais...
O que acontece se estiver muito quente?
Sabe aquelas listras prateadas que às vezes aparecem no plástico?
Ah, sim. Ou tipo, bolinhas de sabão.
Bolhas, exatamente. Isso é sinal de que o recipiente onde o plástico está derretendo estava muito quente. Na verdade, o próprio plástico começa a se degradar.
Sério? Tipo queimar?
Mais ou menos. Sim. Calor em excesso faz com que se degrade e perca suas propriedades.
Nossa. Ok, então calor demais é ruim. E quanto a não estar quente o suficiente?
Ah, então você também tem problemas. O plástico pode não fluir corretamente. O enchimento pode ficar incompleto.
Então, o molde nem chega a ficar completamente cheio.
Exatamente. Então o segredo é encontrar isso. Essa faixa perfeita. E muitas vezes trata-se de aumentar em pequenos incrementos.
Tipo, sei lá, uns 10 graus de cada vez ou algo assim?
Sim, exatamente. Então você poderia começar com, digamos, 200 graus Celsius.
OK.
Entendeu como funciona? Então aumente para 210.
220, e veja como cada pequena mudança.
Cada alteração impacta o produto final. Exatamente.
Certo, então já temos a temperatura do cilindro onde o plástico derrete, mas e quanto ao próprio molde?
Ah, sim. A temperatura do molde também importa, porque é...
Tem que estar quente também. Certo. Senão, o plástico simplesmente derreteria.
Bem, depende. Um molde mais quente proporciona um acabamento mais liso. Isso é ótimo para coisas como eletrônicos de consumo, onde a aparência é realmente importante.
É por isso que a capa do meu celular é tão lisa e brilhante.
Pode ser. Sim. Então você poderia aumentar a temperatura do molde, digamos, de 50 graus Celsius para 60.
Certo. Então, molde mais quente, acabamento mais liso. Mas espere um minuto. Um molde mais frio não faria o plástico esfriar mais rápido?
Você tem razão. Seria mesmo.
E isso não significaria uma produção mais rápida, o que geralmente é uma coisa boa na indústria? Certo.
Você tem toda a razão. Um molde mais frio significa resfriamento mais rápido, ciclos mais rápidos e mais produtos.
Então é uma questão de equilíbrio.
Às vezes, um resfriamento mais rápido é mais importante do que um acabamento extremamente liso.
Então, tudo se resume a qual é o objetivo do produto.
Exatamente.
Certo, então já temos isso. Estamos lidando com duas temperaturas diferentes aqui.
E isso é só o começo.
Eu sei. Então, por onde você começa? Você simplesmente escolhe uma temperatura e torce para dar certo?
Bem, com certeza há um pouco de arte nisso. Mas o essencial é ser sistemático.
Sistemático. Ok.
Não mude tudo de uma vez aleatoriamente. Ajuste uma coisa de cada vez.
OK.
Seja a temperatura do cilindro ou a temperatura do molde, altere-a e depois documente o que acontece.
Então é quase como se você fosse um cientista, de certa forma.
Sim. Você está experimentando, coletando dados, vendo o que funciona.
Isso é bem legal. Mas, cara, estamos falando só de temperatura aqui.
Eu sei.
Meu cérebro já está começando a derreter.
Aguardem só até chegarmos à fase de pressão.
Ah, não. Ok, bem, talvez devêssemos fazer uma pequena pausa. É, vamos deixar o cérebro dos ouvintes esfriar por um minuto antes de continuarmos.
Antes de aumentarmos a pressão.
Exatamente. Já voltamos. Certo. Pressão. Então, temos nosso plástico derretido. Está na temperatura certa agora, pronto para usar. Mas... Mas agora precisamos colocá-lo no molde, certo?
Sim, preciso preencher essa forma.
É como... sei lá, é como encher uma forma de bolo com massa ou algo assim.
Sim, sim, boa analogia. Só que obviamente muito mais quente.
Sim. E nem de longe tão delicioso.
Exatamente. E você não ia simplesmente despejar toda a massa do bolo de uma vez, né?
Não, não, ia sim. Iria espirrar por todo lado.
Exatamente. A ideia é a mesma. Precisamos controlar a velocidade e a força com que empurramos o plástico para dentro do molde.
Certo, então é aí que entra esta pressão de injeção.
Isso mesmo. A injeção sob pressão tem tudo a ver com inserir o plástico no molde de forma rápida e eficiente.
Certo. Então, colocamos lá dentro, mas e depois? Tem que manter a forma enquanto esfria.
Com certeza. E é aí que entra a pressão de sustentação.
Certo, então existem dois tipos de pressão.
Dois tipos. Duas etapas importantes. A pressão de injeção introduz o material. A pressão de manutenção o mantém lá enquanto esfria.
Entendi. É que eu já vi, sabe, brinquedos de plástico ou algo assim que parecem não ter preenchido o molde direito. Certo. Ou que têm uma amassadura ou algo do tipo.
Ah, sim, com certeza. Provavelmente problemas de pressão ao pressionar.
Sério? E se a pressão de sustentação não for suficiente?
Bem, à medida que o plástico esfria, ele naturalmente tende a encolher.
Ah, certo, certo.
Então, se não houver pressão suficiente para contrabalançar essa contração, bem, você terá contração.
Faz sentido. Então, distorção densa, tudo isso?
Exatamente. Então você precisa encontrar a quantidade certa de pressão, o suficiente para mantê-lo em forma, mas não demais.
Não muito.
Não exagere, pois muita pressão também pode causar problemas.
Sério? Como assim?
Bem, você pode desenvolver algo chamado concentração sob estresse.
Hum. Ah, isso não parece nada bom.
Não é.
Sim.
Basicamente, pressão excessiva em certos pontos pode, na verdade, enfraquecer o plástico.
Então é... É exatamente o oposto do que você pensa?
Mais ou menos, sim. Trata-se de encontrar esse equilíbrio, esse ponto ideal.
Certo, então pressão insuficiente é ruim. Pressão excessiva também é ruim. Cachinhos Dourados ataca novamente. Mas espere, estávamos falando sobre temperatura antes.
Nós éramos.
E você disse, tipo, que uma temperatura mais alta no molde pode facilitar o fluxo do plástico.
Certo. Isso o torna mais... Mais viscoso.
Isso significa que você precisa de menos pressão?
Talvez. Está tudo interligado, entende?
Ah, estou começando a entender. É como se você mudasse uma coisa e isso pudesse afetar todo o resto.
É um sistema, um sistema cuidadosamente equilibrado.
Nossa, eu nunca imaginei que fazer um brinquedo de plástico pudesse ser tão complicado.
Ah, fica ainda mais divertido. Não se preocupe. Mas falando no artigo, eles tinham uma dica muito boa para solucionar problemas de pressão.
Ah, é? O que foi isso? Sempre à procura de dicas.
Disseram que, se você estiver tendo problemas, tente ajustar a pressão de retenção em pequenos incrementos, um pouco de cada vez, e veja o que acontece com o produto.
É mais ou menos como conversamos sobre a temperatura causar pequenas alterações.
Exatamente. Não aumente ou diminua a pressão drasticamente de uma vez. Sabe, vá devagar, veja o que cada mudança faz.
É quase como ser um detetive.
Sim, você precisa reunir as pistas, ver o que cada ajuste revela.
Gostei. Ok, então temos temperatura, temos pressão. Com o que mais precisamos nos preocupar nesse negócio de moldagem por injeção?
Bom, agora que temos o plástico no molde com a pressão correta, precisamos falar sobre por quanto tempo o manteremos lá.
Ah, então o momento certo entra em jogo.
O timing é tudo. E não se trata apenas de uma única vez. Há várias etapas diferentes que precisamos acertar.
Ah, mais coisas para administrar.
Bem, digamos que seja moldagem por injeção. Não é tão simples quanto parece.
Então, temos isso aqui. Temos o nosso plástico no molde, sob pressão, certo?
Está... Está cozinhando lá dentro.
Cozinhar. Sim. Mas... Mas tipo, por quanto tempo a gente mantém sob pressão? É... É como assar um bolo? Não dá para abrir o forno muito cedo. Sério?
Ah, sim, exatamente. O tempo é crucial. É fundamental na moldagem por injeção, assim como na confeitaria.
Certo, então. Quais são os principais prazos com os quais devemos nos preocupar?
Bem, em primeiro lugar, temos o que chamamos de tempo de injeção.
Tempo de injeção. Certo, então esse é o tempo necessário para preencher o molde.
Exatamente. E como você disse, se for muito curto, você não sente o molde completamente.
Certo. Você fica com lacunas e mais lacunas, partes incompletas. Sim, sim. E quanto a... E quanto a ser muito longo? Será que... Será que transborda?
Você pode pegar um pouco. Um pouco de plástico excedente. Sim, aquelas pequenas rebarbas ou excessos que às vezes você vê em produtos de plástico.
Ah, sim, sim, eu sei o que você quer dizer. Sim.
Isso geralmente é um sinal de tempo de injeção excessivo.
Certo, então é... É como a história da Cachinhos Dourados. De novo, nem muito curto, nem muito longo. Na medida certa.
O tempo exato para preencher a forma completamente e uniformemente.
Certo. E o que mais? O que acontece depois de estar cheio?
Depois, temos o tempo de resfriamento.
Tempo de resfriamento. Certo. É isso. É esse o tempo que leva para endurecer, certo?
Exatamente. Precisamos dar tempo suficiente para o plástico solidificar antes de retirá-lo do molde.
Certo. Senão, é como... sei lá, tentar desenformar gelatina antes de ela endurecer.
Exatamente. Você terá empenamento, deformação, todo tipo de problema.
Então, como você sabe, tipo, quanto tempo é tempo suficiente?
Depende de... bem, de muitas coisas. A espessura do produto, o tipo de plástico, a temperatura do molde. Todos esses fatores influenciam.
Então não existe um número mágico, tipo?
Não, não existe um número mágico. Infelizmente, é preciso experimentar, fazer tentativas e errar.
Isso está me fazendo perceber o quanto eu, tipo, dou como certo todo o material plástico ao meu redor.
Pois é, né? Tem tanta coisa envolvida na fabricação até do objeto de plástico mais simples.
Tipo, eu olho para essa caneta de plástico e penso: uau. Alguém teve que calcular o tempo exato de injeção, o tempo exato de resfriamento para fazer isso.
E o artigo que estamos analisando tinha um ótimo exemplo. Uma empresa fabricava esses recipientes, se não me engano. E eles ficavam deformando.
Ah, sim. Qual era... Qual era o problema?
O tempo de resfriamento foi muito curto. Eles estavam retirando as peças do molde muito cedo.
Ah, então o plástico não tinha endurecido completamente.
Exatamente. Eles aumentaram o tempo de resfriamento. Só um pouquinho, e problema resolvido.
Nossa! Uma pequena mudança pode fazer uma grande diferença.
Absolutamente.
Sim.
Essa é a questão com a moldagem por injeção. Esses ajustes aparentemente pequenos podem ter um impacto enorme no produto final.
Certo, então temos o tempo de injeção, temos o tempo de resfriamento. Qualquer outro tempo, qualquer outro tempo, temos que nos preocupar.
Sobre aumentar o tempo de ciclo?
Tempo de ciclo. Ok, o que é isso? O que é isso?
Esse é o tempo total necessário para um ciclo completo, desde o derretimento do plástico até a ejeção da peça finalizada.
Entendi. Então o tempo de ciclo tem tudo a ver com eficiência, certo? Quanto mais rápido o ciclo, mais peças você produz.
Exatamente. Mas é claro que você não quer sacrificar a qualidade pela velocidade.
Certo? Certo. Tipo, qual é o sentido de fabricar um monte de peças se elas estiverem todas com defeito?
Exatamente. É tudo uma questão de encontrar esse equilíbrio.
Bom, essa foi uma análise aprofundada realmente interessante.
Sim, funcionou. Espero que tenha despertado nos ouvintes uma nova apreciação pelo mundo do plástico.
Sim, eu também. Nunca mais vou olhar para uma garrafa de plástico da mesma forma.
E quem sabe? Talvez alguém que esteja ouvindo se inspire a sair e criar algumas obras de arte incríveis com plástico.
Isso mesmo. Então, para todos os nossos ouvintes, continuem experimentando, continuem aprendendo, e nos vemos na próxima para mais uma conversa profunda

E -mail: [email protegido]

WhatsApp: +86 17302142449

Ou preencha o formulário de contato abaixo:

E -mail: [email protegido]

Whatsapp: +86 180 0154 3806

Или заполните контактную форму ниже:

E -mail: [email protegido]

Whatsapp: +86 180 0154 3806

Ou preencha o formulário de contato abaixo: